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Economia
Brasil cria 58,5 mil postos de trabalho em julho, aponta Caged
Abertura de vagas caiu 56,3% na comparação com mesmo mês de 2025

Brasil acumula abertura de 767 mil novos postos de trabalho em 2026
Por Agência BrasilBrasil gera mais de 112 mil empregos formais em janeiro
O balanço foi divulgado nesta terça-feira 3 pelo Ministério do Trabalho
1min de leituraMarinho diz que juros pesaram mais que tarifaço no emprego em 2025
Saldo anual de vagas do Caged caiu 23,73% em relação a 2024
2min de leituraMicro e pequenas empresas geram 98% das vagas formais em outubro
Levantamento do Sebrae mostra que micro e pequenas empresas responderam por 98% das contratações registradas no Caged e superaram o total de admissões de 2024
2min de leituraBrasil cria 213 mil postos de trabalho em setembro, aponta Caged
Abertura de vagas caiu 15,6% na comparação com mesmo mês de 2024
3min de leituraRevista
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Economia
Emprego com carteira cresce pelo quinto mês seguido
Economia brasileira criou 35.457 postos de trabalho. Serviços e Indústria puxaram contratações
Por CartaCapital | 21.09.2017 17h36
Economia
Emprego formal cresce pelo quarto mês consecutivo
Foram criadas quase 36 mil vagas com carteira assinada em julho, número superior às 9,8 mil de junho
Por CartaCapital | 09.08.2017 17h17Economia
Emprego formal cresce em junho, mas demissões ainda superam contratações em 12 meses
Dados dos Ministério do Trabalho mostram a criação de 9.821. Agropecuária segura corte de vagas nos demais setores
Por CartaCapital | 17.07.2017 16h12
Economia
Emprego com carteira assinada sobe pelo segundo mês seguido
Segundo o Ministério do Trabalho, em maio as contratações superaram as demissões em 34.253 vagas
Por CartaCapital | 20.06.2017 16h47Economia
Abril tem saldo positivo no emprego. No ano, demissões superam admissões
No mês passado foram criadas 59.856 vagas com carteira assinada segundo dados do Ministério do Trabalho
Por CartaCapital | 16.05.2017 15h22Economia
Brasil fechou 39.282 vagas formais em setembro
No acumulado do ano, 683.597 postos de trabalho foram suprimidos. As áreas mais afetadas são de construção civil, serviços e agricultura
Por CartaCapital | 26.10.2016 18h28