CartaExpressa

A reação de Dino após a aprovação para o STF

O agora ministro da Suprema Corte recebeu o aval de 47 senadores para ocupar a vaga

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Apoie Siga-nos no

Flávio Dino, indicado por Lula ao Supremo Tribunal Federal, afirmou estar ‘feliz e honrado’ após ter sua escolha aprovada pelo senadores no plenário da Casa.

A votação ocorreu na noite desta quarta-feira 13 após uma longa sabatina na Comissão de Constituição e Justiça. Ao todo, Dino foi aprovado por 47 senadores e recebeu a negativa de outros 31. O placar permite que ele ocupe a cadeira que era de Rosa Weber até 2043.

A reação pública de Dino ao resultado da votação veio ainda na noite de quarta. Pelas redes sociais, o agora ministro do STF celebrou o apoio de ‘milhões de pessoas’ à sua indicação.

“Estou feliz e honrado. Agradeço a confiança do Presidente da República e do Senado Federal, que aprovaram a minha Indicação ao Supremo Tribunal Federal”, destacou. “Milhões de pessoas me ajudaram, com mensagens, postagens, orações, torcida. A todos o meu abraço afetuoso”, escreveu Dino em seguida.

Na mesma noite, Dino recebeu também a exaltação de aliados, como os líderes do governo Lula e integrantes da Esplanada. O ministro da Suprema Corte, Alexandre de Moraes, um dos padrinhos da indicação de Dino ao posto, também celebrou a votação.

Ao assumir a vaga de ministro do STF, o ex-ministro da Justiça herdará mais de 300 ações. A posse para o cargo deve ocorrer só em 2024.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.