CartaExpressa

Lula defende criação um projeto nacional de inteligência artificial

Presidente pediu ao grupo de especialistas uma proposta para o Brasil apresentar na Conferência das Nações Unidas

Lula na 1ª Reunião do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CNCT). Foto: Ricardo Stuckert/PR
Apoie Siga-nos no

O presidente Lula (PT) defendeu nesta quinta-feira 7, durante a 1ª Reunião do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CNCT), uma política em inteligência artificial (IA) brasileira.

Segundo Lula, o Brasil não pode “seguir de reboque nesta área”. “Muitas vezes a gente deixa de fazer as coisas porque pensamos demais, teorizamos demais. Precisamos pensar e agir. Precisamos de uma política concreta em inteligência artificial”, disse o presidente.

Lula pediu ao grupo de especialistas uma proposta para o Brasil apresentar na Conferência das Nações Unidas, em setembro.

Na reunião, estava presente o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), e a ministra da Ciência e Tecnologia Luciana Santos, além de ministros, autoridades e especialistas.

A ministra Luciana Santos, destacou a importância dos avanços da IA no país. “Precisamos adaptar a nossa indústria para o avanço tecnológico. A IA já é aplicada em diversos campos, como a saúde e a educação”.

Para o Brasil ser autônomo nesta área, é necessário “ter produção de IA e não só utilizarmos esta tecnologia, para evitar o abismo entre os países”, defendeu a ministra.

Durante a reunião foram estabelecidas as comissões temáticas do Conselho, responsáveis por elaborar a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Encti) até 2030.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo