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Livre, leve e solto nos anos Bolsonaro, o crime organizado transnacional se alia e se alastra na Amazônia

A PF aposta na cooperação internacional para combater a criminalidade – Imagem: Polícia Federal/Ibama
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A Polícia Federal procura um prédio para alugar em Manaus a partir de março. O imóvel tem de estar na Zona Oeste da cidade, para facilitar o acesso ao aeroporto público e ao núcleo especial de polícia marítima da corporação. Sediará o Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia, plano que custará 9 milhões de reais para sair do papel e, depois, outros 7,5 milhões por ano. Lá trabalharão em parceria agentes dos nove países amazônicos, das secretarias de segurança pública dos nove estados brasileiros abrangidos pela floresta e de alguns órgãos internacionais, entre eles a Interpol. Serão perto de 45 funcionários, estrutura futuramente reforçada por uma base com helicópteros e aviões. É a repetição de um modelo idealizado pelo atual chefe da PF, delegado Andrei Rodrigues, para a Copa de 2014. A ideia, levada pelo Brasil aos vizinhos amazônicos em agosto, durante reunião presidencial em Belém, e aprovada, é uma tentativa de qualificar o combate ao crime na região por meio da troca de técnicas investigativas, do intercâmbio de informações e da realização de operações conjuntas.

PCC, Comando Vermelho, guerrilhas vizinhas e outras quadrilhas exploram as diversas modalidades de contravenção, do narcotráfico ao contrabando

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