Mundo
China já vacinou milhares com fórmulas experimentais, diz jornal
Fórmulas da Sinopharm e da Sinovac foram aplicadas sem eficácia comprovada na terceira fase de testes
A China aplicou fórmulas experimentais de vacina contra o coronavírus em centenas de milhares de pessoas, segundo diz o jornal estadunidense The Wall Street Journal.
De acordo com o veículo, uma subsidiária da estatal Sinopharm, chamada China National Biotec Group Co., fez a aplicação com duas vacinas candidatas. As condições de uso emergencial foram aprovadas em julho por Pequim, conforme informa o jornal.
Já a Sinovac Biontech, separadamente, já aplicou a fórmula em três mil pessoas. Os testes também são realizados no Brasil, desde julho, em parceria com o Instituto Butantan de São Paulo.
As três vacinas, da Sinopharm e da Sinovac, ainda se encontram no terceiro estágio dos ensaios clínicos, o último e mais importante.
A aplicação de fórmulas que ainda não tiveram a eficácia comprovada contra o coronavírus é criticada por especialistas brasileiros. O receio é de que efeitos colaterais se manifestem entre aqueles que receberam a substância.
Os testes da Universidade Oxford foram suspensos após um voluntário ficar doente. No dia seguinte, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a vacina contra a Covid-19 não estará disponível antes de 2022, sob uma perspectiva otimista.
No mundo, existem pelo menos 179 vacinas experimentais contra o coronavírus, e 34 delas já estão sendo testadas em humanos, segundo o registro da OMS.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



