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Um cientista e seu Frankenstein

Após deixar o Google, o pai da Inteligência Artificial manifesta seu medo diante de máquinas que se revelam aprendizes melhores que os humanos

O eminente pesquisador Geoffrey Hinton, herdeiro de uma impressionante linhagem de inventores, liderou, por dez anos, o Google Brain, centro dedicado ao aprendizado de máquinas – Imagem: Daniel hrenworth/Universidade de Toronto e iStockphoto
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No início do mês, um eminente cientista britânico lançou uma granada no agitado formigueiro de pesquisadores e corporações obcecados pela Inteligência Artificial, ou IA, tecnologia também conhecida como aprendizado de máquina.

O cientista era Geoffrey Hinton, e a bomba foi a notícia de que ele estava deixando o Google – onde trabalhara nos últimos dez anos – porque queria ter liberdade para expressar seus medos sobre os rumos da tecnologia que ajudou a criar.

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