Educação
Força-tarefa intercepta ameaças a escolas feitas por 2 alunos no Rio
A Secretaria Municipal de Educação monitorava os casos desde a última sexta-feira 7
Dois estudantes da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro suspeitos de fazer ameaças na internet sobre ataques contra escolas foram levados nesta quinta-feira 13 à delegacia para prestar esclarecimentos, durante uma operação da Polícia Civil em conjunto com a prefeitura do Rio.
Os alunos, menores de idade, planejavam os atentados usando perfis falsos nas redes sociais. A Secretaria Municipal de Educação monitorava esses casos desde a última sexta-feira 7.
A secretaria tem um protocolo para execução em todas as 1.549 escolas nas situações de ameaças à comunidade escolar. O procedimento adotado nesses casos é informar a Polícia Civil e o Laboratório de Operações Cibernéticas da Diretoria de Operações Integradas e Inteligência do Ministério da Justiça.
“Qualquer circunstância que represente uma grave ameaça para nossos alunos, professores e para a comunidade escolar como um todo terá uma forte reação da nossa parte”, disse o secretário municipal de Educação, Renan Ferreirinha. “Não desejamos de forma alguma que alunos sejam apreendidos, mas, de acordo com a gravidade de cada situação, as medidas cabíveis serão tomadas.”
O Núcleo Interdisciplinar de Apoio às Unidades Escolares da secretaria foi acionado para oferecer suporte psicológico a esses alunos.
Segundo o prefeito Eduardo Paes (PSD), a força-tarefa tem atuado, de forma sigilosa, com o objetivo de antecipar casos de violência e evitar que ameaças sejam levadas adiante. “As equipes recebem eventuais informações dos nossos profissionais da Educação e atuam com inteligência nas redes sociais”, afirmou nas redes sociais.
(Com informações da Agência Brasil)
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Armar as escolas para conter a escalada de violência é um tiro no pé
Por Luana Tolentino
Jovem é preso após invadir escola e correr atrás de estudantes com faca no interior de SP
Por Wendal Carmo
Da China, Lula convoca reunião com governadores e prefeitos para discutir violência nas escolas
Por Wendal Carmo



