Sociedade

Brasil tem mais templos religiosos do que escolas e hospitais, aponta o IBGE

Ao todo, são 580 mil restabelecimentos religiosos, contra 512 mil escolas e hospitais

CULTO NO TEMPLO DE SALOMÃO (FOTO TIRADA NA INAUGURAÇÃO DO TEMPLO, EM 30 DE JULHO DE 2014 / CRÉDITO: DEMÉTRIO KOCH)
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O Brasil possui mais templos religiosos do que o total somado de instituições de ensino e unidades de saúde. Os dados são do Censo de 2022, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira 2. 

Pela primeira vez na história do levantamento, o IBGE mapeou todos os tipos de edificações que compões o Brasil. 

Ao todo são 579,7 mil estabelecimentos religiosos de todos os tipos, como igrejas, templos, sinagogas e terreiros. Uma média de 286 locais de fé para cada 100 mil habitantes. 

O levantamento ainda mapeou que o Brasil possui 264,4 mil unidades de ensino, como escolas, creches e universidades. Uma média de 130 unidade para cada 100 mil habitantes. 

Ainda há menos unidades de saúde. Entre hospitais, clínicas e pronto-socorros, foram registrados 247,5 mil edificações, uma média de 122 unidades para cada 100 mil habitantes. 

É na Região Norte que se concentra a maior relação de estabelecimentos religiosos. Nas unidades federativas que formam a região há 79.650 templos religiosos, o que representa uma média de 459 locais para cada 100 mil habitantes, quase o dobro da média nacional. 

Do outro lado, é a Região Sul que tem a menor relação entre igrejas e habitantes, com 226 unidades para cada 100 mil habitantes. 

No quadro geral, o Brasil é formado, majoritariamente, por homicídios particulares, sendo 90,6 milhões de edificações entre casas e apartamentos. 

Os dados coletados pelo Censo podem ajudar os governos a elaborarem políticas públicas específicas, assim como promoveram um planejamento urbano mais direcional a fim de atender as demandas populacionais de cada região. Além disso, com essas coordenadas, órgãos governamentais podem contabilizar com precisão os domicílios expostos a riscos de enchentes e deslizamentos, enquanto as empresas podem refinar suas estratégias comerciais, por exemplo.

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