Política

Políticos lamentam a morte de Bruno Covas

Desde 2019, o prefeito de São Paulo tratava um câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado

Políticos lamentam a morte de Bruno Covas
Políticos lamentam a morte de Bruno Covas
Foto: Reprodução
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Políticos de diferentes partidos lamentaram, neste domingo 16, a morte do prefeito de São Paulo, Bruno Covas, aos 41 anos.

Desde 2019, Covas tratava um câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado.

O prefeito estava internado no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital paulista, desde 2 de maio, quando se licenciou do cargo.

Na sexta-feira 14, ele teve uma piora no quadro de saúde e a equipe médica informou que seu quadro havia se tornado irreversível.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), divulgou uma nota em que agradeceu Covas

“A força de Bruno Covas vem do seu exemplo e do seu caráter. Foi leal à família, aos amigos, ao povo de São Paulo e aos filiados do seu partido, o PSDB. Sua garra nos inspira e seu trabalho nos motiva”, disse o governador.

“Bruno Covas era sensível, sereno, correto, racional, pragmático e ponderado. Voz sensata, sorriso largo e bom coração. Bruno Covas era esperança. E a esperança não morre: ela segue, com fé, nas lições que ele nos ofereceu em sua vida”, proisseguiu.

O ex-presidente Lula citou a trajetória do tucano.

Já a ex-presidenta Dilma Rousseff afirmou que o “Brasil perdeu um dos seus promissores líderes políticos”.

Pelo Twitter, Guilherme Boulos, que foi adversário de Covas na eleição municipal de 2020, lembrou que eles tiveram “uma convivência franca e democrática”.

O senador José Serra (PSDB-SP) escreveu que Bruno colocou seu nome “entre os melhores prefeitos da cidade”.

O vereador Eduardo Suplicy (PT-SP) também foi às redes sociais prestar solidariedade.

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