Justiça
Moraes mantém domiciliar e autoriza Jefferson a receber barbeiro a cada 15 dias
Em maio, o ministro do STF concedeu prisão domiciliar humanitária ao ex-deputado
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes autorizou, nesta segunda-feira 15, o ex-deputado Roberto Jefferson a permanecer em prisão domiciliar para tratamento médico e a receber, a cada 15 dias, a visita de seu barbeiro.
Em maio, Moraes concedeu prisão domiciliar humanitária ao ex-parlamentar de extrema-direita. Jefferson cumpre a pena em Comendador Levy Gasparian, no Rio de Janeiro, e tem de observar uma série de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.
No fim de 2024, o STF condenou Jefferson a nove anos de prisão por calúnia, homofobia, incitação ao crime e tentativa de impedir o livre exercício dos poderes.
Na decisão desta segunda-feira, Moraes autorizou a continuidade do tratamento médico fora do hospital, com o acompanhamento de profissionais particulares, e dos tratamentos nutricional, fisioterapêutico e psiquiátrico — nestes casos, com necessidade de aval prévio do STF.
Moraes também chancelou a visita de um barbeiro a Jefferson a cada 15 dias, sob o argumento de que a atenção à saúde inclui cuidados de higiene pessoal, como o corte de cabelo e de barba.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Moraes exige vídeos da prisão após denúncia de visitas irregulares a Daniel Silveira
Por CartaCapital
Moraes e mais 4 votam contra pedido para anular a investigação do golpe
Por CartaCapital
Moraes pagou preços injustos na relatoria da ação do golpe, diz Dino
Por CartaCapital



