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Ibope: Bolsonaro vai a 26%; Ciro tem 11% e Marina e Alckmin marcam 9%

Política

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, subiu quatro pontos, para 26%, nas intenções de voto para a Presidência nas eleições 2018, segundo levantamento Ibope/Estadão/TV Globo divulgado na noite desta terça-feira, 11. Trata-se da segunda pesquisa divulgada após o ataque com faca contra o deputado. O Ibope anunciou seus último números no dia 5 de setembro.

Com isso, Bolsonaro mantém a liderança da disputa. Na sequência aparecem Ciro Gomes (PDT), com 11%, com queda de um ponto, e Marina Silva (Rede), que caiu três pontos e aparece com 9%. Geraldo Alckmin (PSDB) segue com 9%, mesmo porcentual da pesquisa anterior. Já Fernando Haddad (PT), oficializado nesta terça-feira 11 como candidato petista no lugar do ex-presidente Lula, cresceu dois pontos, para 8%.

Considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, Ciro, Marina, Alckmin e Haddad estão tecnicamente empatados na segunda colocação.

Esses números fazem parte do cenário cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são disponibilizados ao eleitor consultado pelo instituto.

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Atrás dos quatro candidatos que dividem o segundo lugar aparecem empatados, todos com 3%, Alvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo (Novo). Dada a margem de erro, os candidatos Cabo Daciolo (Patriota) e Vera Lucia (PSTU), com 1%, e Guilherme Boulos (PSOL), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC), que não pontuaram, também estão empatados com Dias, Meirelles e Amoêdo.

Na intenção de voto espontânea, em que os entrevistadores não apresentam a opção de nomes dos candidatos, Bolsonaro aparece com 23%, subindo seis pontos em relação à última pesquisa. Lula foi citado por 15% dos entrevistados, uma queda de sete pontos em comparação ao dia 5 de setembro. Ciro (5%), Haddad (4%), Alckmin (4%) e Marina (3%) estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro. Amoêdo aparece com 2% das intenções de voto; Alvaro Dias e Henrique Meirelles têm 1%. Outros candidatos não pontuaram; 18% dos entrevistados disseram que votariam em branco ou nulo e 21% não souberam responder ou preferiram não opinar.

Rejeição

Bolsonaro segue como o candidato mais rejeitado, com 41%, embora tenha havido uma queda de três pontos porcentuais em ante o último levantamento. Marina registra 24% de rejeição, Haddad manteve o mesmo patamar, com 23%. Alckmin teve queda de três pontos porcentuais, de 22% para 19%.

Henrique Meirelles, Cabo Daciolo, Eymael, Guilherme Boulos e Vera apresentaram o mesmo porcentual: 11%. Empatados tecnicamente com estes candidatos aparecem João Amoêdo (10%) e Álvaro Dias (9%). João Goulart Filho tem 8% de rejeição. Os eleitores que poderiam votar em todos candidatos somaram 2%; não souberam ou preferiram não opinar, 11%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 10 de setembro.

Datafolha

Na noite da segunda-feira 10 foi o Datafolha quem divulgou sua primeira pesquisa apurada após o ataque com faca à Jair Bolsonaro. Nela, o candidato à Presidência pelo PSL chegou a 24% das intenções de voto, uma oscilação dentro da margem de erro desde o último levantamento do instituto, divulgado em 22 de agosto, quando registrou 22%. A pesquisa foi revelada pelo Jornal Nacional nesta segunda-feira 10. 

O Datafolha indicou ainda um crescimento de Ciro Gomes na comparação com o levantamento anterior. O candidato do PDT atingiu 13% dos votos. Em agosto, tinha 10%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

Na sequência, surgem três candidatos tecnicamente empatados com o pedetista. Marina Silva, da Rede, caiu de 16% para 11%. Geraldo Alckmin, do PSDB, tem 10%. Fernando Haddad, que deve ser oficializado como candidato do PT nesta terça-feira 11, vem na sequência, com 9% dos votos. 

Em agosto, o instituto testou também o cenário com Lula, impedido pelo Tribunal Superior Eleitoral de disputar as eleições com base na Lei da Ficha Limpa. Na ocasião, o petista atingiu 39%. Na sua ausência, Haddad tinha apenas 4%. O virtual candidato à Presidência do PT cresceu, portanto, 5 pontos percentuais. 

A pesquisa foi realizada ainda nesta segunda 10, segundo informou Mauro Paulino, diretor do Datafolha.

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