Política

Flávio Bolsonaro pede para participar de audiência nos EUA sobre tarifas contra o Brasil

O USTR propôs no início do mês a imposição de uma tarifa geral de 25% sobre diversos produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos

Flávio Bolsonaro pede para participar de audiência nos EUA sobre tarifas contra o Brasil
Flávio Bolsonaro pede para participar de audiência nos EUA sobre tarifas contra o Brasil
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu para participar de uma audiência nos Estados Unidos que discutirá a possível imposição de novas tarifas à economia brasileira e afirmou que defenderá melhor os interesses do país do que o presidente Lula (PT).

O filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou um pedido para participar da audiência pública prevista para 6 de julho. A reunião é organizada pelo escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), segundo um documento ao qual a AFP teve acesso.

Em sua solicitação, o senador afirmou que “se manifestará contra a medida proposta (pelos Estados Unidos) e a favor de uma solução construtiva e negociada”, por considerar que um aumento das tarifas seria contraproducente.

O USTR propôs no início do mês a imposição de uma tarifa geral de 25% sobre diversos produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos, após uma investigação sobre supostas práticas comerciais desleais.

Em 2025, Washington impôs tarifas punitivas de 40% sobre produtos brasileiros, depois que Trump classificou como uma “caça às bruxas” o julgamento de seu aliado político, Jair Bolsonaro, que atualmente cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado.

Em maio, o senador foi recebido na Casa Branca por Donald Trump. Pouco depois, Washington classificou como terroristas o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), os dois maiores grupos criminosos do Brasil, e propôs uma nova rodada de tarifas, medidas duramente criticadas pelo presidente Lula.

(Com informações da AFP).

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