Política

CFM proíbe método de interrupção da gravidez utilizado em casos de aborto legal

No Brasil, a técnica é a única utilizada em procedimentos de interrupção da gravidez após a 22ª semana de gestação

CFM proíbe método de interrupção da gravidez utilizado em casos de aborto legal
CFM proíbe método de interrupção da gravidez utilizado em casos de aborto legal
Foto: Divulgação/CFM
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O Conselho Federal de Medicina (CFM)emitiu uma resolução que veta o uso de assistolia fetal em abortos resultantes de estupro após a 22ª semana de gravidez.

O método consiste na injeção de cloreto de potássio para interromper a atividade cardíaca do feto. No Brasil, a técnica é a única utilizada em procedimentos de interrupção da gravidez após a 22ª semana.

O aborto é proibido no Brasil, com exceção de gravidez fruto de violência sexual, risco de vida para a mãe e em casos de bebê portador de anencefalia. Caso a técnica venha a ser proibida, seria impossível interromper gestações legalmente permitidas após este prazo.

A proibição foi aprovada pelo conselho na última quinta-feira 21 e publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quarta-feira 3. 

No documento, assinado pelo presidente do Conselho, José Hiran da Silva Gallo, o CFM cita a Constituição Federal, a Declaração Universal dos Direitos Humanos e outras convenções sobre direito à vida. 

Leia a íntegra:

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