Mundo

EUA convocam o embaixador russo após colisão de caça com drone americano

Washington classificou o episódio desta terça como uma ‘clara violação do direito internacional’

Um drone MQ-9 Reaper durante missão de treinamento. Foto: Isaac Brekken/AFP
Apoie Siga-nos no

Os Estados Unidos convocaram, nesta terça-feira 14, o embaixador da Rússia em Washington, depois que um avião de combate russo se chocou com um drone americano sobre o Mar Negro, informou o Departamento de Estado.

“Estamos em contato direto com os russos para transmitir nossa forte objeção a esta interceptação insegura e pouco profissional, que provocou a queda do avião americano não tripulado”, disse o porta-voz do departamento, Ned Price.

O embaixador russo em Washington foi convocado ao Departamento de Estado na tarde desta terça e o embaixador americano em Moscou transmitiu um protesto por escrito, em uma mensagem dirigida ao Ministério das Relações Exteriores russo.

Price classificou o episódio desta terça como uma “clara violação do direito internacional”.

A colisão acontece em um momento de alta tensão entre o Ocidente e Moscou por causa da invasão da Ucrânia pela Rússia, que completou um ano no final de fevereiro.

Nesta terça, um caça russo Su-27 se chocou com um drone americano de modelo Reaper sobre o Mar Negro, fazendo com que a aeronave não tripulada caísse.

A Casa Branca considerou o incidente um ato “temerário” por parte da Rússia, em meio a temores de uma escalada por causa do conflito na Ucrânia.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo