Justiça

TSE nega recursos e mantém cassação de governador de Roraima

Por unanimidade, o plenário rejeitou recurso apresentado pela defesa

TSE nega recursos e mantém cassação de governador de Roraima
TSE nega recursos e mantém cassação de governador de Roraima
Antônio Denarium (PP), ex-governador de Roraima. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

O Tribunal Superior Eleitoral negou os recursos apresentados no processo que tornou inelegível o ex-governador de Roraima, Antônio Denarium (PP) e – por unanimidade –  a cassação do então vice governador Edilson Damião (Republicanos) por abuso de poder político e econômico na eleição de 2022.

O caso chegou ao TSE após um recurso ser apresentado contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima que cassou os mandatos e declarou a inelegibilidade de Denarium por oito anos, além de determinar a realização de novas eleições estaduais.

Em março deste ano, Denarium renunciou ao cargo para disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições de outubro. Por esse motivo, ficou prejudicada a cassação do ex-governador. Edilson Damião é o atual governador interino. O TSE determinou a realização de novas eleições diretas.

Eles foram condenados por usarem a máquina pública para praticar ações proibidas a agentes públicos no período eleitoral, com o objetivo de obter vantagens políticas na disputa, além de fazer uso eleitoral dos programas sociais “Cesta da Família” e “Morar Melhor”.

As novas eleições determinadas pelo TSE foram realizadas no dia 21 de junho. O candidato mais votado foi Arthur Henrique (PL), com 160.004 votos, equivalentes a 60,87% dos votos válidos. Apesar do resultado, ambos tiveram os registros de candidatura indeferidos pela Justiça Eleitoral em Roraima.

Com a decisão, a palavra final sobre o resultado do pleito será do TSE.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo