Justiça
PGR defende prisão domiciliar para Bolsonaro
A decisão cabe ao ministro do STF Alexandre de Moraes, relator da execução penal
A Procuradoria-Geral da República recomendou concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão cabe ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, relator da execução penal.
Na semana passada, a defesa apresentou um novo pedido de domiciliar, após Bolsonaro ser transferido para o Hospital DF Star, em Brasília, devido a uma piora em seu quadro de saúde.
Na última sexta-feira 20, a Polícia Militar do Distrito Federal informou ao Supremo Tribunal Federal que a internação decorreu de “risco de morte”.
Para o procurador-geral Paulo Gonet, os laudos médicos e periciais mais recentes indicam que o estado de saúde do ex-capitão exige “o apoio no dever dos Poderes Públicos de preservação da integridade física e moral dos que estão sob custódia”.
No entendimento da PGR, demonstrou-se a necessidade de prisão domiciliar para preservar a saúde de Bolsonaro, “que se acha, comprovadamente, sujeita a súbitas e imprevisíveis alterações perniciosas de um momento para o outro”.
Atualmente, o ex-presidente cumpre prisão na Papudinha. Ele foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Trump afirma que teve ‘conversas produtivas’ com o Irã pelo fim da guerra
Por CartaCapital
Bolsonaro está estável, mas segue sem previsão de alta
Por CartaCapital



