Política
Bolsonaro foi internado porque corria risco de morrer, diz relatório da PM-DF
O ex-capitão segue internado na UTI, sem previsão de alta
A Polícia Militar do Distrito Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal um relatório com informações sobre as atividades realizadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entre 12 e 18 de março.
No documento, a médica Ana Cristina anotou que a transferência de Bolsonaro para o Hospital DF Star, na última sexta-feira 13, ocorreu “em razão do risco de morte do custodiado”.
Bolsonaro tem problemas de saúde decorrentes de uma facada que levou em setembro de 2018. Desde então, passou por pelo menos nove procedimentos cirúrgicos.
Ele segue internado na Unidade de Terapia Intensiva do DF Star para tratar uma pneumonia bacteriana bilateral, sem previsão de alta.
De acordo com o relatório de atividades, Bolsonaro recebeu visitas dos filhos e da esposa todos os dias, não realizou qualquer atividade laboral ou de leitura e passou por consultas, exames médicos e sessões de fisioterapia.
O ex-presidente cumpre uma pena de 27 anos e três meses de prisão na Papudinha por liderar a tentativa de golpe de Estado. Na última terça-feira 17, a defesa pediu novamente a concessão de prisão domiciliar, uma decisão que cabe a Alexandre de Moraes, relator da execução penal. Parte dos colegas do ministro no STF defende acolher o pleito dos advogados.
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