Justiça

Maioria dos brasileiros defende código de conduta para o STF, indica pesquisa Quaest

O levantamento indica que o tema tem apoio em todos os estratos da população

Maioria dos brasileiros defende código de conduta para o STF, indica pesquisa Quaest
Maioria dos brasileiros defende código de conduta para o STF, indica pesquisa Quaest
O código de ética para ministros se tornou a principal bandeira defendida por Edson Fachin ao assumir a Presidência do Supremo. Foto: Bruno Moura/STF
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A elaboração de um código de ética e conduta para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), defendida pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, tem apoio expressivo dos brasileiros. É o que sugere uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira 13 pela consultoria Quaest, feita em parceria com a Genial Investimentos.

82% dos entrevistados concordam com a frase “O STF precisa de um código de ética e conduta para os ministros”. Apenas 10% disseram discordar, enquanto 1% não tinha opinião formada sobre o tema. Outros 7% não responderam.

A polarização política que atravessa o País, sugerem os dados, não se reflete neste debate. Entre os que votaram em Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022, 88% aprovam a medida. Entre os eleitores de Lula (PT), 76% se disseram favoráveis.

O levantamento aponta também um apoio expressivo entre as camadas da população que não se identificam como lulistas ou bolsonaristas — estrato que a Quaest classifica como ‘independentes’.

Confira os números:

Os índices de aprovação ao um código de ética para os ministros do Supremo também são altos em todas as regiões do país; entre homens e mulheres; nas diferentes faixas de idade, níveis de escolaridade e de renda e religiões. Em nenhum estrato populacional a aprovação ficou abaixo dos 74%.

Os pesquisadores ouviram 2.004 pessoas entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

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