Educação

Gabinete paralelo: Cármen Lúcia determina abertura de inquérito contra Milton Ribeiro

Na apuração, devem ser ouvidos os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos e prefeitos que teriam sido beneficiados com repasses do FNDE

A ministra e relatora do caso, Carmém Lúcia.
A ministra e relatora do caso, Carmém Lúcia.
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A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia determinou nesta quinta-feira 24 a abertura de um inquérito contra o ministro da Educação, Milton Ribeiro.

Cármen acolheu um pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras, que solicitou autorização para investigar o ministro bolsonarista por supostos crimes de corrupção passiva, tráfico de influência, prevaricação e advocacia administrativa.

Aras também defendeu que prestem depoimento, além do ministro, os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, suspeitos de atuaram em um gabinete paralelo no MEC. Também devem ser ouvidos os prefeitos que teriam sido beneficiados com repasses de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, o FNDE.

Integram a lista dos prefeitos a serem ouvidos: Nilson Caffer, prefeito de Guarani d’Oeste (SP), Adelícia Moura (Israelândia – GO), Laerte Dourado (Jaupaci – GO), Doutor Santo (Jandira – SP) e Calvet Filho (Rosário – MA).

Além de acatar as oitivas solicitadas por Aras, a ministra estabeleceu um prazo de quinze dias para o Ministério da Educação e a Controladoria-Geral da União esclarecerem o cronograma de liberação das verbas do FNDE e os critérios adotados. Cármem Lúcia estipulou um prazo de 30 dias para que as investigações sejam realizados.

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