Editorial

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Lobo à espreita

Talvez seja apressado deduzir uma influência de Putin nas nossas eleições, mas…

Surpresa: o embaixador fala coisa com coisa - Imagem: Evan Scheneider/ONU
Surpresa: o embaixador fala coisa com coisa - Imagem: Evan Scheneider/ONU
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A agressão de Vladimir Putin à república ucraniana me leva de imediato a duas conclusões: primeira, já não se fazem guerras como antigamente; segunda, Putin é menos astuto do que ele próprio supõe. Mas a verdade fica mais embaixo. Está sendo ­disputada uma nova forma de divisão política do mundo e dos papéis a caberem aos protagonistas. A guerra, de todo modo, causa os seus estragos e o mais vistoso é a fuga da população ucraniana para os cantos menos vulneráveis do que o seu país.

Chamam a Europa de Velho Mundo, mas ainda é o recanto das ideias e dos eventos de maior repercussão. Por isso, o fantasma da guerra passa a ser encarado como risco total além das fronteiras continentais. De todo modo, transparece a incerteza a dominar agressor e agredidos.

Mino Carta

Mino Carta
Diretor de Redação de CartaCapital

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