Cultura

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A arte nas frestas do cotidiano

Um conjunto de obras recentemente lançadas procura desvendar os mistérios biográficos de artistas dos séculos passados

Retornos. A poeta Sylvia Plath (acima) é retratada em seu último e tumultuoso ano de vida. Isabelle Eberhardt (à esq.) tem suas múltiplas identidades ressaltadas – Imagem: Estate of Ted Hughes e Julia Thompson
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Existe uma estabelecida vertente da literatura que se ocupa da própria literatura. Dentro desse nicho encontramos uma subdivisão: aquela que se dedica à investigação dos mistérios biográficos, à análise criativa das múltiplas relações possíveis entre arte e vida. Quem não tem curiosidade a respeito dos recessos cotidianos de seus artistas favoritos?

Elin Cullhead, escritora sueca, acaba de ter publicado no Brasil seu romance Euforia, dedicado a Sylvia Plath. No livro, a autora busca dar conta do último ano de vida de Plath – as dificuldades de seu casamento com Ted Hughes, os gozos e agruras da maternidade, o percurso tortuoso de realização dos poemas de Ariel e, por fim, seu suicídio aos 30 anos, em 11 de fevereiro de 1963.

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