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Polícia investiga dois casos de ameaças em escolas próximas a local de ataque em SP

Em um dos episódios, um estudante de 17 anos foi apontado como autor da ameaça. Familiares disseram que o jovem teve o celular clonado

Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
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A polícia de São Paulo investiga dois casos de ameaças registradas por escolas próximas à unidade Thomazia Montoro, na zona oeste da capital, onde ocorreu um atentado na semana passada. A informação foi revelada pelo UOL.

A Escola Estadual Dona Ana Rosa de Araújo, distante 200 metros da delegacia que investiga o ataque, procurou a Polícia Civil nesta segunda-feira 3 relatando uma ameaça de atentado. Os pais de um estudante de 17 anos, apontado como autor do plano, dizem ter sido advertidos pela instituição na última quinta 30, mas argumentam que o jovem teve o celular clonado. Os familiares registraram um boletim de ocorrência por injúria.

Outra ameaça foi registrada pela Escola Estadual Professor Adolfo Trípoli, onde as aulas acontecem normalmente.

A Secretaria Estadual de Educação informou ter entrado em contato com a Escola Dona Ana Rosa de Araújo após a ameaça e reiterou que “as escolas da rede estadual estão atentas aos comportamentos dos estudantes “.

A Polícia Civil registrou outros sete casos de ameaça no estado após o atentado da semana passada. Os episódios ocorreram entre 27 e 28 de março, segundo monitoramento da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo.

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