CartaExpressa

‘Nada abala minha relação com Lula’, diz Pacheco após pedir ‘retratação’ por comentário sobre Gaza

Segundo o presidente do Senado, há uma ‘colaboração recíproca, com respeito e admiração’

Jefferson Rudy/Agência Senado
Apoie Siga-nos no

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta quarta-feira 21 que o fato de ter pedido ao presidente Lula (PT) uma “retratação” por sua declaração sobre a Faixa de Gaza não impactará a relação entre eles.

Na terça 20, em discurso no plenário, Pacheco classificou como “equivocada” a afirmação e destacou que Lula é conhecido por “estabelecer diálogos e pontes entre as nações”. No último domingo, o petista estabeleceu uma comparação indireta entre os ataques de Israel contra o território palestino e o extermínio de judeus na Alemanha nazista.

“Se houver uma retratação eu um esclarecimento em relação a isso, eu considero que resolve o problema diplomático. Mas nada abala minha relação com o presidente Lula”, disse o senador nesta quarta. “É uma relação de colaboração recíproca, de respeito e admiração, que também sei que são recíprocos.”

Segundo Pacheco, o discurso da véspera, “longe de um tipo de repreensão, foi a busca de um caminho de solução de um problema diplomático grave, que se apresenta em função de uma fala do presidente Lula”.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Contribua com o quanto puder.

Quero apoiar