CartaExpressa
Médico que sobreviveu a ataque no Rio está lúcido e respira sem ajuda de aparelhos, diz boletim
Daniel Proença passou por uma cirurgia nas pernas na tarde desta quinta-feira 5
O médico Daniel Proença, de 32 anos, sobrevivente do ataque de criminosos em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, está lúcido, respira sem ajuda de aparelhos e tem um quadro estável, segundo um boletim médico divulgado na noite desta quinta-feira 5.
Após ser alvo de três tiros no atentado, ele foi levado ao Hospital Lourenço Jorge, onde passou por uma cirurgia nas pernas. Na sequência, foi transferido para o Hospital Samaritano Barra.
Uma das vítimas do ataque é o médico Diego Ralf Bonfim, de 35 anos, irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP). Os dois outros médicos assassinados são:
- Marcos de Andrade Corsato, 62 anos. Era médico-assistente do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP; e
- Perseu Ribeiro Almeida, 33 anos. Era especialista em cirurgia do pé e do tornozelo pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da USP.
Até a tarde desta quinta, uma linha de investigação policial envolve a hipótese de os quatro médicos terem sido atacados por engano. Nesta direção, a polícia apura se o alvo seria um miliciano da região chamado Taillon de Alcântara Pereira Barbosa.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
A principal linha de investigação sobre a morte de 3 médicos em um quiosque no Rio de Janeiro
Por CartaCapital
Quem é o miliciano que pode ser o alvo dos assassinos de médicos no Rio
Por CartaCapital
Sâmia cobra respostas sobre o assassinato do irmão e de outros 2 médicos: ‘Crime bárbaro’
Por CartaCapital



