Política
Ministro Augusto Heleno dá gritos e murros na mesa ao criticar Lula
General perdeu a paciência em café da manhã com jornalistas, nesta sexta 14
Os ânimos ficaram exaltados no café da manhã com jornalistas, nesta sexta-feira 14. O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, deu gritos e murros na mesa ao criticar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ao lado do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o militar rebateu falas de Lula em entrevista cedida ontem (13) à emissora TVT. Em vídeo, Heleno aparece explicando que chama Bolsonaro de “senhor” pela importância do cargo da Presidência da República. “O presidente, eleito pelo povo, merece o respeito de toda a sociedade. Um presidente da República desonesto tem que tomar prisão perpétua”, afirmou.
Em seguida, subiu o tom para falar da declaração de Lula sobre achar que “tem alguma coisa muito estranha” no caso da facada de Bolsonaro, ocorrida durante a campanha presidencial em 2018.
“É um deboche com a sociedade. Um presidente desonesto destrói o conceito do país. É o cúmulo ele ainda aventar a possibilidade da facada ser uma mentira. E será que o câncer dele foi mentira?”, protestou o general, enquanto batia na mesa com a mão. “E o câncer da dona Dilma foi mentira? Alguém teve peito de dizer isso para ele? Isso é uma canalhice típica desse sujeito. Não mereceu jamais ser presidente da República, uma instituição quase sagrada Eu tenho vergonha de um ser desse ter sido presidente”.
Na mesma reunião, Bolsonaro também falou sobre a demissão do general Santos Cruz, da Secretaria de Governo, e da exoneração do general Juarez Aparecido de Paula Cunha, da presidência dos Correios.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.


