Justiça
Justiça adia o julgamento do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a PM Gisele
O procedimento aconteceria nesta sexta-feira e foi remarcado para agosto a pedido da defesa
A Justiça de São Paulo adiou para o dia 28 de agosto o julgamento do tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a esposa, a também policial Gisele Alves Santana, encontrada com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, em São Paulo. Inicialmente, o julgamento aconteceria nesta sexta-feira 3.
O adiamento foi confirmado na quinta-feira 2, e aconteceu a pedido da defesa do acusado, que pediu complementação do laudo pericial realizado pelo Instituto de Criminalística.
Ainda na quinta-feira, terminou a série de oitivas de testemunhas. Ao todo, 30 pessoas foram ouvidas, incluindo familiares e a filha da vítima. Gisele foi encontrada morta no apartamento onde morava com o marido, no Brás, na zona leste de São Paulo.
Geraldo Leite Rosa Neto, que, inicialmente contou uma versão de suicídio ao caso, se tornou réu por feminicídio e fraude processual. No dia da morte, um desembargador chegou a ir ao apartamento após ser acionado pelo tenente-coronel. O Conselho Nacional de Justiça investiga a visita.
Em junho deste ano, o tenente-coronel teve a aposentadoria decretada pela Polícia Militar. Um procedimento interno da corporação discute a possibilidade de ele perder a patente.
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