Justiça
PGR defende prisão domiciliar para Bolsonaro
A decisão cabe ao ministro do STF Alexandre de Moraes, relator da execução penal
A Procuradoria-Geral da República recomendou concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão cabe ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, relator da execução penal.
Na semana passada, a defesa apresentou um novo pedido de domiciliar, após Bolsonaro ser transferido para o Hospital DF Star, em Brasília, devido a uma piora em seu quadro de saúde.
Na última sexta-feira 20, a Polícia Militar do Distrito Federal informou ao Supremo Tribunal Federal que a internação decorreu de “risco de morte”.
Para o procurador-geral Paulo Gonet, os laudos médicos e periciais mais recentes indicam que o estado de saúde do ex-capitão exige “o apoio no dever dos Poderes Públicos de preservação da integridade física e moral dos que estão sob custódia”.
No entendimento da PGR, demonstrou-se a necessidade de prisão domiciliar para preservar a saúde de Bolsonaro, “que se acha, comprovadamente, sujeita a súbitas e imprevisíveis alterações perniciosas de um momento para o outro”.
Atualmente, o ex-presidente cumpre prisão na Papudinha. Ele foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado.
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