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No fio da navalha

Nove milhões de brasileiros vivem em áreas de risco moderado ou alto de desastres ambientais

Verões repetidos. Por que os governantes ainda se dizem “espantados” com as enchentes e desastres do período de chuvas? – Imagem: Mauro Pimentel/AFP
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O governador Cláudio Castro viu-se obrigado a suspender férias na Disney e retornar às pressas ao Rio de Janeiro, onde centenas de famílias padeciam com as consequências das chuvas torrenciais nas primeiras semanas de janeiro. Entra ano, sai ano, e os governantes brasileiros, inexplicavelmente, continuam a se “surpreender” com as chuvas torrenciais no verão. Graças a esse fenômeno – o cognitivo, não o climático – em 2024 o costumeiro estrago se repete em vários pontos do País, sem que medidas necessárias tenham sido tomadas.

Em condições de vulnerabilidade e perigo, segundo levantamento da Casa Civil da Presidência da República, vivem atualmente 9 milhões de brasileiros. O governo federal reservou 14,9 bilhões de reais, no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento, para obras de contenção de encostas e margens, desentupimento ou construção de vias de escoamento pluvial e drenagem de leitos de rios. As melhoras prometidas só começarão a surtir algum efeito a partir do próximo ano.

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