Sociedade

Metroviários e ferroviários marcam nova greve conjunta em SP

A greve no Metrô e CPTM deve acontecer no dia 28 de novembro

Metroviários e ferroviários marcam nova greve conjunta em SP
Metroviários e ferroviários marcam nova greve conjunta em SP
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

Em assembleia nesta segunda-feira 30, o sindicato dos metroviários e ferroviários marcaram a data de uma nova greve unificada contra as privatizações dos serviços na gestão Tarcisio de Freitas (Republicanos). 

A greve deve acontecer no dia 28 de novembro, conforme informou a presidente do sindicato, Camila Lisboa. 

Além das demandas pela permanência dos serviços custeados pelo Estado, o estopim para a nova paralisação foi a demissão de servidores, em retaliação à primeira greve.

“A empresa no dia 24/10 demitiu 8 pessoas por justa causa, sua maioria dirigentes sindicais e cipista que são parte da linha de frente na luta contra a privatização”, afirmou o sindicato, em nota. 

“Entre eles o vice-presidente do Sindicato e mais três diretores, três cipistas, e aplicou a suspensão de 29 dias a mais um cipista”.

São eles:

  • Narciso (vice-presidente do Sindicato);
  • Alex Fernandes (diretor de imprensa do Sindicato);
  • Altino (diretor do Sindicato e ex-presidente);
  • Rodrigo (Tufão) – (diretor do Sindicato);
  • Priscila Guedes (cipista da L2);
  • Gabriela Ferreira Pomin (cipista da L2);
  • Sergio Machado (cipista da L2);
  • Benedito Leite de Lima (OT L2);
  • Fernando Salles (cipista L15) – suspensão.

Desta vez, além da Sabesp, a paralisação também terá o apoio dos sindicatos dos Professores (Apeoesp), dos trabalhadores de saúde (SindSaúde), Centro Paula Souza e Fundação Casa. 

Por enquanto, não há detalhes da duração da greve e negociações com o governo paulista. 

Entenda as motivações para as greves aqui:

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo