Sociedade

Governo decreta calamidade pública em Brumadinho. Mortos já são 34

Governo de MG informou que neste momento “não é necessário realizar campanhas de arrecadação”

Governo decreta calamidade pública em Brumadinho. Mortos já são 34
Governo decreta calamidade pública em Brumadinho. Mortos já são 34
Sobrevoo da área atingida pelo rompimento da barragem em Brumadinho.
Apoie Siga-nos no

A Defesa Civil Nacional, ligada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, reconheceu o estado de calamidade pública em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União. Na tarde deste sábado 26, o Corpo de Bombeiros informou que já foram encontrados 34 corpos.

O reconhecimento sumário da situação de calamidade ocorre em casos de eventos anormais, de grande intensidade e impacto, que causam danos e prejuízos e afetam a capacidade de socorro e de assistência local da população.

O ministério instalou em Brumadinho um posto de operações para órgãos federais. Conforme nota da pasta, “o monitoramento da região, das situações climáticas e dos serviços essenciais está sendo realizado por equipes do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), que enviam constantemente alertas e informações ao Centro de Comandado criado pela Defesa Civil municipal”.

Doações

Leia também: Boulos chama Vale de Hipócrita. Mourão não quer conta em seu governo

O Governo do Estado de Minas Gerais informou que neste momento “não é necessário realizar campanhas de arrecadação de donativos e água para as vítimas atingidas pelo rompimento de uma barragem no município de Brumadinho, região metropolitana da capital mineira”. Conforme informação repassada à imprensa, “agora, a prioridade é resgatar vítimas e evitar novos danos ou ocorrências na região.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo