Educação

Weintraub chama presidente da França de “calhorda” e “cretino”

Nada melhor do que uma voz de equilíbrio em meio a críticas mundiais e ao incêndio amazônico

Weintraub
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Se o momento político do Brasil é delicado internacionalmente, com a questão da Amazônia em chamas e a falta de compostura quase geral do governo e de seus agregados (vereador filho de presidente é agregado, certo? Deputado filho de ex-capitão também, certo?), nada melhor do que uma voz de equilíbrio em meio ao incêndio.

Eis que, neste domingo 25, o ministro da Educação Abraham Weintraub, aquele mesmo que gasta um tanto de seu tempo endemoniando o PT e o outro tanto com questões engrandecedoras como bater boca em praça pública no Pará ou criar ironias deitado em uma rede, resolveu desfilar seu conhecimento sobre o presidente francês Emmanuel Macron.

Nem é o caso que interpretar o que o chefe da educação brasileira escreveu em suas redes sociais (o canal oficial do governo Bolsonaro, certo?). Melhor mesmo é deixar a íntegra, abaixo. Que o comandante francês, lá na reunião do G7, não leia. Ou leia. E que o presidente Jair Bolsonaro não se inspire, porque está aí um excelente futuro embaixador (nada pessoal, Eduardo).

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