Política

‘Se Bolsonaro voltar a fazer motociata, terá de pagar pela segurança’, diz Doria

O tucano afirmou que o presidente deve pedir uma autorização para a realização do ato e que, sem ela, passeio não poderá ser realizado

João Doria e Jair Bolsonaro. Fotos: NELSON ALMEIDA/AFP e André Borges/AFP
João Doria e Jair Bolsonaro. Fotos: NELSON ALMEIDA/AFP e André Borges/AFP
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Diante da sinalização do presidente Jair Bolsonaro de mais uma passeata com motos na cidade de São Paulo, o governador João Doria (PSDB) teceu críticas ao chefe do Executivo. “Já determinei para a polícia do Estado: se o presidente Bolsonaro voltar a fazer motociata, ele vai ter que pagar”, declarou o governador paulista.

Segundo Doria, não é obrigação do governo estadual fazer segurança sem que as despesas sejam custeadas por quem organiza ou por quem promove as manifestações. O tucano diz que deve ser pedida, ainda, uma autorização para a realização do ato. “Caso contrário, nós não permitiremos”.

Em sua avaliação, o presidente continua insistindo “em fazer aquilo que é inadequado”. Sobre a ausência do chefe do Executivo na reinauguração do Museu da Língua Portuguesa, reaberto no sábado 31, o governador disse que, ao invés de participar de motociata em Presidente Prudente (SP), ele deveria ter ido ao evento, que contou com presença de ex-presidentes da República e do presidente de Portugal, Marcelo Ribeiro de Sousa.

Questionado sobre as acusações de Bolsonaro contra o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, Doria afirmou que “não faz o menor sentido essa campanha do voto impresso” e garantiu que as eleições de 2022 vão acontecer.

Estadão Conteúdo

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