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Pistas falsas

A PF mira os interessados em atrapalhar as investigações do assassinato de Marielle Franco

Desconfiança. Élcio Queiroz, motorista de Ronnie Lessa no dia do assassinato, só aceitou falar após a federalização da investigação – Imagem: Mayara Donaria/Instituto Marielle Franco e Redes sociais
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Enquanto espera baixar a poeira do vazamento de parte da delação premiada de Ronnie Lessa, a Polícia Federal atua para desvendar por quais razões as investigações sobre os assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes foram tão atrapalhadas por pistas falsas, cascas de banana e tentativas de emplacar bodes expiatórios durante os cinco anos em que estiveram sob a batuta da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro.

Em um estado onde a milícia se infiltra progressivamente no Poder Público, trata-se de uma apuração de grande importância. As evidências da interferência de agentes de segurança de diversas esferas para manter o caso sem solução por todo esse tempo cresceram com a descoberta de que a estrutura paralela de arapongagem organizada na Agência Brasileira de Inteligência durante o governo Bolsonaro foi utilizada para montar dossiês ou coletar documentos sobre ao menos um delegado e uma promotora envolvidos nas investigações. Se a sabotagem parece evidente, agora o Brasil precisa saber quem exatamente a promoveu e por quais motivações.

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