CartaExpressa

PDT intervém no diretório do Ceará e Ciro diz que clima com Cid ‘é o pior possível’

Após a reunião desta sexta, Cid chegou a dizer que pode deixar o partido, ‘pela porta da frente’

PDT intervém no diretório do Ceará e Ciro diz que clima com Cid ‘é o pior possível’
PDT intervém no diretório do Ceará e Ciro diz que clima com Cid ‘é o pior possível’
Racha na família Gomes - Cid e Ciro brigaram nas eleições de 2022 e agora travam nova disputa pelo comando do PDT no Ceará - Waldemir Barreto/Agência Senado
Apoie Siga-nos no

A Executiva Nacional do PDT aprovou nesta sexta-feira 27 uma intervenção no diretório do Ceará, em meio a uma disputa potencializada pela eleição de 2022 e que opõe os irmãos Cid Gomes e Ciro Gomes. O papel do partido no pleito municipal do ano que vem também está em jogo.

Após a reunião na tarde desta sexta, no Rio de Janeiro, Cid chegou a dizer que pode deixar o partido, “pela porta da frente”. Ele, porém, ainda não confirmou a desfiliação. Com a intervenção, Cid será retirado do comando do PDT no Ceará e substituído pelo deputado federal André Figueiredo, presidente nacional da legenda, que pode definir um interventor.

Pedetistas alinhados em torno de Cid ainda analisam a possibilidade de judicializar a decisão de intervenção.

Além disso, a agenda desta tarde teve bate-boca entre os irmãos Gomes. Ciro afirmou ao jornal O Globo que a reunião foi “muito ruim”. “O clima com meu irmão é o pior possível”, admitiu.

Após o encontro, André Fernandes afirmou não haver possibilidade de uma “solução pacífica” no diretório cearense. Segundo ele, um grupo liderado por Cid acredita “poder mandar e submeter todos os outros aos seus ditames”.

Cid, por sua vez, argumenta que a intervenção ocorreu “sem nenhum motivo” e que o diretório estadual chegou a “um absurdo”.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo