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Pacheco cobra vigilância dos Poderes contra ‘traidores da Pátria’ em ato sobre 8 de Janeiro

O presidente do Senado anunciou a retirada das grades de proteção do Congresso, instaladas após os ataques golpistas

Pacheco cobra vigilância dos Poderes contra ‘traidores da Pátria’ em ato sobre 8 de Janeiro
Pacheco cobra vigilância dos Poderes contra ‘traidores da Pátria’ em ato sobre 8 de Janeiro
Ato no Congresso Nacional sobre o 8 de Janeiro. Foto: Sergio Lima/AFP
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Um ano após os atos golpistas de 8 de Janeiro, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que as instituições estão vigilantes contra “traidores da pátria” que desejam tomar o poder à base da força e do vandalismo.

As declarações foram concedidas nesta segunda-feira 8, durante solenidade que relembra os ataques em Brasília. Pacheco ainda afirmou que o ato Democracia Inabalada, convocado pelo governo federal, é a “reafirmação da opção democrática feita pelo povo brasileiro”.

“Neste ato que celebra a maturidade e a solidez de nossa República, digo a todos os brasileiros que os Poderes permanecem vigilantes contra os traidores da Pátria, contra essa minoria que deseja tomar o poder ao arrepio da Constituição,” disse.

“O Congresso Nacional é esteio seguro da democracia. Estaremos sempre abertos ao debate, ao pluralismo e ao dissenso, mas nunca toleraremos a violência, o golpismo e o desrespeito à vontade do povo brasileiro”, acrescentou o senador. “A Constituição foi e continuará sendo cumprida. Ela não é letra morta.”

Ao final do evento, Pacheco anunciou a retirada das grades de proteção do Congresso, instaladas permanentemente após os ataques golpistas.

“É chegada a hora, em 8 de janeiro de 2024, um ano após essa tragédia democrática do Brasil, de abrir o Congresso Nacional para o povo brasileiro”, prosseguiu. “Para que todos tenham compreensão de que esta Casa é a Casa deles, do povo, de representantes eleitos.”

O evento desta segunda aconteceu no Salão Negro do Congresso e reuniu diversas autoridades, entre ministros do governo e de tribunais superiores, governadores e parlamentares, além de membros da sociedade civil. O presidente Lula (PT) e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, também marcaram presença.

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