Política

O que a campanha de Lula espera da pesquisa Ipec desta segunda-feira

O último levantamento do instituto, divulgado na semana passada, mostrou o petista com 44% das intenções de voto contra 31% de Bolsonaro

O que a campanha de Lula espera da pesquisa Ipec desta segunda-feira
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Foto: Ricardo Stuckert
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A campanha do ex-presidente Lula (PT) aguarda a divulgação da pesquisa do instituto Ipec, nesta segunda-feira 12, para medir o impacto do 7 de Setembro nas intenções de voto, a repercussão do caso da compra de imóveis pela família do presidente Jair Bolsonaro (PL) com dinheiro vivo e a possibilidade do petista ser eleito ainda no primeiro turno.

O último levantamento do instituto, divulgado na semana passada, mostrou Lula com 44% das intenções de voto contra 31% de Bolsonaro. Na sequência, apareciam Ciro Gomes (PDT), com 8%, Simone Tebet (MDB), com 4%, e Luís Felipe D’Avila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil), com 1% cada. Os demais candidatos não pontuaram.

No segundo turno, de acordo com a pesquisa, Lula teria uma vantagem de 16 pontos sobre o atual presidente.

No levantamento de hoje, a campanha de Lula espera que as comemorações ao Bicentenário da Independência de Bolsonaro tenham atingido somente os eleitores já convertidos do presidente.

Os petistas também vislumbram a estagnação de Ciro e Tebet e o aumento da possibilidade do ex-presidente ser eleito no primeiro turno.

A pesquisa também dará um cenário sobre a imagem de Bolsonaro, após o escândalo dos imóveis adquiridos com dinheiro vivo. O presidente tentou justificar, mas foi desmentido por jornalistas que noticiaram o caso. A expectativa é que o episódio tenha freado uma possível recuperação do ex-capitão.

O PT ainda trabalha com o que os especialistas em pesquisas chamam de “voto envergonhado”. Neste caso, muito eleitores que optam por Lula não explicitam a sua escolha para não se comprometerem com o núcleo de convivência. Caso se confirme, as chances da eleição acabar antes do segundo turno aumentam.

A campanha do petista ainda espera aumentar a distância para Bolsonaro no Nordeste.

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