Educação

Moro se une a Vélez em ‘Lava Jato da Educação’ (e Bolsonaro comemora)

Estão na mira o Sistema S, concessão de bolsas do ProUni e Pronatec e irregularidades nas universidades federais

Moro se une a Vélez em ‘Lava Jato da Educação’ (e Bolsonaro comemora)
Moro se une a Vélez em ‘Lava Jato da Educação’ (e Bolsonaro comemora)
Apoie Siga-nos no

Os ministros Sérgio Moro, da Justiça, e Ricardo Vélez, da Educação, darão início a uma ampla investigação para apurar indícios de corrupção no MEC. O acordo foi firmado na tarde desta sexta-feira 15 e, segundo ministro da Educação, será uma espécie de “Lava Jato” da pasta.

O MEC afirma que o objetivo é “apurar indícios de corrupção, desvios e outros tipos de atos lesivos à administração pública” das gestões anteriores. Estão na mira o Sistema S, concessão de bolsas do ProUni e Pronatec e irregularidades nas universidades federais. A orientação é obra de Jair Bolsonaro.

A iniciativa faz parte do plano de 100 dias do governo Bolsonaro. Ao anunciar a novidade em seu perfil pessoal no Twitter, o presidente celebrou o início de ‘uma Lava Jato na Educação’ como ‘apenas o primeiro passo’.

Essas entidades são alvos recorrentes de críticas de ministros e do próprio Jair Bolsonaro. Nos primeiros dias de gestão, Paulo Guedes sugeriu ‘meter a faca’ no Sistema S. Vélez defende que o ensino superior fique restrito a uma ‘elite intelectual’ e já sinalizou várias vezes seu desagrado com as universidades federais.

O MEC vai encaminhar documentos ao Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia-Geral da União e à Controladoria para que possam “aprofundar as investigações, instaurar inquéritos e propor medidas judiciais cabíveis”.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo