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Governo britânico diz que Johnson e Bolsonaro conversaram e pedirão cessar-fogo na Ucrânia

O primeiro-ministro do Reino Unido se referiu à operação russa como ‘repugnante’, conforme material divulgado pela TV Globo

Jair Bolsonaro e Boris Johnson, em Nova York. Foto: Alan Santos/PR
Jair Bolsonaro e Boris Johnson, em Nova York. Foto: Alan Santos/PR
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O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e o presidente Jair Bolsonaro conversaram por telefone nesta quinta-feira 3 e concordaram em pedir um cessar-fogo urgente na Ucrânia, diz o governo do Reino Unido.

O Palácio do Planalto ainda não se manifestou sobre o comunicado.

A TV Globo, que divulgou trechos do material, menciona que, no telefonema, Johnson se referiu à operação russa contra a Ucrânia como “repugnante” e afirmou que a comunidade internacional não pode permitir que Vladimir Putin tenha êxito em sua empreitada.

O líder do Reino Unido também disse a Bolsonaro, segundo a emissora, que o Brasil foi um “aliado vital” na Segunda Guerra Mundial e mais uma vez pode ser relevante para solucionar a crise no leste europeu.

Na quarta-feira 2, com voto do Brasil, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas aprovou uma resolução que condena a operação militar da Rússia na Ucrânia e a trata como invasão.

Cinco países foram contrários: Rússia, Bielorrússia, Síria, Coreia do Norte e Eritreia. Outros 35 decidiram se abster, como China, Cuba, Irã, Cazaquistão, Nicarágua e Vietnã.

O Brasil disse que a resolução comprova o “compromisso com princípios centrais pelos quais a ONU foi fundada”. O discurso do diplomata Ronaldo Costa Filho elogiou menções à necessidade de monitoramento da situação humanitária na Ucrânia e de que as partes respeitem a lei humanitária internacional para “garantir a segurança de civis” e “facilitar o acesso completo aos serviços humanitários por aqueles que necessitam”.

CartaCapital
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