CartaExpressa

Em vitória política de Haddad, governo deve manter meta de déficit zero

Reunião entre Alexandre Padilha e relator da LDO deve confirmar manutenção

Em vitória política de Haddad, governo deve manter meta de déficit zero
Em vitória política de Haddad, governo deve manter meta de déficit zero
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

O governo federal não vai mudar o relatório preliminar da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e, com isso, não haverá mudança na meta para zerar o déficit nas contas públicas em 2024. A decisão representa uma vitória do ministro da Fazenda, Fernando Haddad

Nesta quinta-feira 16, uma reunião entre o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e o relator da LDO, deputado Danilo Forte (União Brasil-CE), vai tratar do tema. Nos últimos dias, uma ala do governo, liderada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, vinha defendendo uma revisão na meta. 

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), confirmou que a manutenção da ideia de Haddad. “Não haverá apresentação de emenda para mudar a meta por parte do governo”, afirmou o senador ao site G1

Quem também se manifestou nesse sentido foi o deputado Carlos Zarattini (PT-SP), ao dizer ao jornal O Globo que “a tendência é o governo não mudar a sua meta, neste momento”.

Nos últimos dias, uma ala do PT chegou a propor uma revisão da meta, estabelecendo algo em torno de 0,75% e 1% de déficit. A iniciativa foi encabeçada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ). A medida, no entanto, é tratada como uma iniciativa particular do parlamentar e, ao que tudo indica, não deverá contar com o apoio da base governista.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo