Política
Damares: “O Movimento Gay não é gay. É ideológico e partidário”
“Nós não temos que amar os homossexuais. temos que respeitá-los e acolhê-los na Igreja”, disse a ministra
Em palestra ministrada em uma igreja evangélica em Belém do Pará, em 2014, a atual ministra da Mulher, da da Família e dos Dreitos Humanos, Damares Alves, afirmou que os movimentos em defesa dos direitos da população LGBTI+ não são compostos por pessoas homossexuais, mas sim por pessoas que são “financiadas por determinados partidos políticos para promover a ideologia de gênero”.
Em sua pregação, Damares dá como exemplo deste tipo de líderes de movimentos gays dois parlamentares de partidos de esquerda no Brasil que são autores de um projeto de lei que permitiria que crianças pudessem mudar de sexo sem autorização dos pais. Ela se referia aos deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Érica Kokay (PT-DF).
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Esta não é a primeira nem a segunda declaração polêmica da ministra da Família de Jair Bolsonaro. Conforme informou a CartaCapital no dia 15 de janeiro, por exemplo, Damares Alves já disse que o “Movimento Gay tem um plano para tirar a Bíblia de circulação no Brasil”. A mesma ministra já disse também que existe no Brasil “hotéis de fachada especializados em oferecer sexo com animais para turistas estrangeiros”.
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