CartaExpressa

Bolsonaro retira sonda, mas não há previsão de alta, diz boletim médico

Segundo comunicado do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, ‘planeja-se o início da alimentação para amanhã’

Bolsonaro retira sonda, mas não há previsão de alta, diz boletim médico
Bolsonaro retira sonda, mas não há previsão de alta, diz boletim médico
O presidente Jair Bolsonaro. Foto: Evaristo Sá/AFP
Apoie Siga-nos no

Boletim médico divulgado na noite desta quinta-feira 15 pelo Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, informa que o presidente Jair Bolsonaro segue internado e sem previsão de alta, mas com evolução clínica “satisfatória” de seu quadro de obstrução intestinal.

“Desta forma, foi retirada a sonda nasogástrica e planeja-se o início da alimentação para amanhã. O presidente segue sem previsão de alta hospitalar”, diz o comunicado.

No fim da tarde desta quinta, o presidente participou brevemente de um programa apresentado pelo bolsonarista Sikêra Jr. Ao lado de Bolsonaro estava o cirurgião gástrico Antonio Luiz Macedo, que o acompanha desde a facada sofrida na campanha eleitoral de 2018.

“O presidente sofreu em 2018 uma facada, com perfurações múltiplas do intestino e grande contaminação abdominal”, explicou o médico, acrescentando todos os problemas decorrentes do episódio.

Segundo o especialista, Bolsonaro apresentou uma melhora nesta quinta. “Aquela área obstruída, do lado esquerdo, fruto de aderência decorrente de toda essa complicação que ele teve, já está mais palpável, absorvida, o que pode permitir a nós a retirada da sonda gástrica, mantendo ainda uma dieta líquida para assegurar que não haja nada”, prosseguiu.

Macedo ainda afirmou que a cirurgia “a princípio está afastada, uma vez que o intestino começou a funcionar e o abdômen está mais flácido e mais funcionante”.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo