Mundo
UE anuncia novas sanções à Rússia e a Belarus
A UE já aplicou sanções a 53 entidades e 680 indivíduos desde o início da invasão russa à Ucrânia
Os 27 membros da União Europeia (UE) ampliaram, nesta quarta-feira (9), suas sanções contra Rússia e Belarus após a invasão da Ucrânia, incluindo a exclusão de três bancos bielorrussos da plataforma financeira internacional Swift – anunciou a presidência francesa do Conselho da UE.
Representantes dos Estados-membros reunidos em Bruxelas também adotaram novas sanções dirigidas ao setor marítimo e às criptomoedas, além de acrescentar líderes e oligarcas russos à sua lista negativa, tuitou a Presidência francesa.
Os europeus também ampliaram a lista de tecnologias e bens que não podem ser exportados para a Rússia e “esclareceram” as restrições impostas às criptomoedas.
As medidas entrarão em vigor após acordo formal dos Estados e da publicação no Diário Oficial da UE.
Na semana passada, os países do G7 (grupo dos sete mais industrializados do mundo) e da UE anunciaram que buscavam impedir a Rússia de burlar as sanções ocidentais, por meio do uso de criptomoedas.
As medidas decididas pelo bloco europeu nesta quarta “completam” as três séries de sanções adotadas pela UE nas últimas duas semanas, afirmou a Presidência francesa.
A UE já aplicou sanções a 53 entidades e 680 indivíduos, agora proibidos de ingressar em seu território, além de estarem com seus ativos na Europa congelados.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.


