Mundo

Jacinda Ardern assume 2º mandato na Nova Zelândia, após vitória esmagadora

Primeira-ministra nomeou uma equipe com significativa presença feminina

Jacinda Ardern assume 2º mandato na Nova Zelândia, após vitória esmagadora
Jacinda Ardern assume 2º mandato na Nova Zelândia, após vitória esmagadora
Jacinda Ardern assume 2º mandato na Nova Zelândia. Foto: Dave Lintott / AFP
Apoie Siga-nos no

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, prestou juramento em inglês e maori, nesta sexta-feira 6, para um segundo mandato, três semanas após sua impressionante vitória nas urnas.

A carismática primeira-ministra de 40 anos também nomeou membros de seu governo, uma equipe com significativa presença feminina e na qual a comunidade Maori está bem representada.

Esta equipa governamental “tem perspectivas muito diferentes, talento, experiência e, como acontece em tempos de crise, um enorme compromisso com o país”, disse Ardern.

Bastante elogiada por sua gestão da crise do coronavírus no território, a primeira-ministra recebeu 50% dos votos, e seu partido conquistou 65 das 120 cadeiras no Parlamento.

A principal sigla da oposição, o Partido Nacional (de centro direita), conquistou 33 cadeiras. Seu vice-presidente, Gerry Brownlee, que liderou a campanha eleitoral, deixou o cargo.

Ardern destacou que sua prioridade é continuar lutando contra a pandemia e relançar a economia, afundada pelo impacto do coronavírus.

Ela também prometeu promover projetos de infraestrutura, especialmente a construção de moradias sociais e investimentos em energias renováveis, e a formulação de políticas para continuar reduzindo as desigualdades e a pobreza no país.

ENTENDA MAIS SOBRE: , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo