Mundo

Ex-diretor financeiro da empresa familiar de Trump condenado a cinco meses de prisão

Weisselberg, de 76 anos, foi diretor financeiro do grupo imobiliário e de entretenimento do ex-presidente Trump de 2005 a 2021

Allen Weisselberg se declarou culpado de mentir sob juramento enquanto testemunhava no julgamento de fraude civil do ex-presidente Donald Trump. Foto: Getty Images
Apoie Siga-nos no

O ex-diretor financeiro da Trump Organization, Allen Weisselberg, que já cumpriu pena de prisão por fraude fiscal, foi novamente condenado nesta quarta-feira (10) por um tribunal de Manhattan a cinco meses de prisão por mentir no contexto de um julgamento civil de Donald Trump, informou a imprensa americana.

Weisselberg, de 76 anos, foi diretor financeiro do grupo imobiliário e de entretenimento do ex-presidente Trump de 2005 a 2021.

Ele se declarou culpado de duas acusações de perjúrio durante seu interrogatório em 2020, na fase de instrução do julgamento por fraude.

A sua sentença foi anunciada menos de uma semana antes de Trump ser julgado por encobrir pagamentos para comprar o silêncio de uma ex-atriz pornô, com o objetivo de esconder um escândalo sexual durante a campanha eleitoral de 2016.

Em troca de admitir a culpa relacionada com duas acusações de perjúrio cometidas durante um depoimento sobre o valor da cobertura de Trump em Nova York, Weisselberg concordou com os promotores em ser condenado a uma pena menor de cinco meses de prisão.

Os crimes pelos quais foi acusado acarretam penas de prisão de até sete anos, de acordo com o documento de declaração de culpa.

Os promotores também concordaram em não prosseguir com outras acusações contra Weisselberg relacionadas ao seu tempo na Trump Organization.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo