Mundo

Em reunião da Otan, Zelensky acusa Putin de usar bombas químicas e pede ajuda militar

O presidente acusou a Rússia de utilizar bombas de fósforo nos ataques contra o país

Em reunião da Otan, Zelensky acusa Putin de usar bombas químicas e pede ajuda militar
Em reunião da Otan, Zelensky acusa Putin de usar bombas químicas e pede ajuda militar
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. Foto: Sergei SUPINSKY / AFP
Apoie Siga-nos no

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu nesta quinta-feira aos países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) “ajuda militar sem restrições”, para que seu país consiga enfrentar o exército russo, que atualmente Kiev combate “em condições desiguais”.

“Para salvar a população e nossas cidades, a Ucrânia precisa de ajuda militar sem restrições. Assim como a Rússia utiliza, sem restrições, todo seu arsenal contra nós”, declarou Zelensky em uma mensagem de vídeo aos chefes de Estado e de Governo da aliança atlântica, que participam em uma reunião extraordinária em Bruxelas.

“O exército ucraniano resiste há um mês em condições desiguais! Repito a mesma coisa há um mês”, disse.

O presidente reiterou os pedidos de caças e tanques, especialmente para “desbloquear” Mariupol, Berdyansk ou Melitopol, cidades do sul da Ucrânia sitiadas ou ocupadas pelo exército russo.

“Vocês têm milhares de aviões de combate. Mas ainda não nos entregaram nenhum”, disse.

“Eles têm pelo menos 20.000 tanques… A Ucrânia pediu 1% de todos os seus tanques! Entreguem ou vendam! Mas continuamos sem uma resposta clara”, completou.

Zelensky também acusou a Rússia de utilizar bombas de fósforo nos ataques contra o país.

“Esta manhã (…) duas bombas de fósforo foram utilizadas. Novamente morreram adultos e crianças”, afirmou Zelensky, em referência às acusações do governo da região de Lugansk (Leste), após bombardeios na cidade de Rubizhne.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo