Mundo

Biden pede ao Congresso mais US$ 13 bilhões para ajuda militar à Ucrânia

Até 25 de julho, os EUA haviam comprometido mais de 43,7 bilhões de dólares em assistência de segurança a Kiev

Biden pede ao Congresso mais US$ 13 bilhões para ajuda militar à Ucrânia
Biden pede ao Congresso mais US$ 13 bilhões para ajuda militar à Ucrânia
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o presidente dos EUA, Joe Biden, se encontram antes de uma reunião em Kiev, Ucrânia, 20 de fevereiro de 2023. Foto: Evan Vucci / POOL / AFP
Apoie Siga-nos no

O governo de Joe Biden pediu nesta quinta-feira 10 ao Congresso norte-americano mais de 13 bilhões de dólares adicionais para ajudar a Ucrânia a enfrentar a invasão da Rússia.

O financiamento serviria de apoio à Ucrânia e a outros países vulneráveis, “impactados pela invasão não provocada e brutal da Rússia”, escreveu a diretora do Escritório de Administração e Orçamento, Shalanda Young, em carta endereçada, entre outros, ao líder do Congresso, Kevin McCarthy.

Cerca de 10 bilhões de dólares do novo orçamento militar seriam para repor itens do inventário do Departamento de Defesa e acelerar a produção de novos equipamentos, segundo o escritório. “O presidente reafirmou que apoiaremos a Ucrânia enquanto ela defende sua soberania pelo tempo que for necessário”, confirmou Young.

O pedido da Casa Branca faz parte dos mais de 21 bilhões de dólares em gastos solicitados nesta quinta e que estão relacionados à Ucrânia. O Congresso tem de aprovar o pedido para que o dinheiro seja liberado.

Até 25 de julho, os Estados Unidos haviam comprometido mais de 43,7 bilhões de dólares em assistência de segurança à Ucrânia, segundo um comunicado recente do Departamento da Defesa.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo