Justiça

Quem é a condenada pelo 8 de Janeiro presa no Brasil após ser deportada pelos EUA

A prisão de Raquel de Souza Lopes ocorreu no Aeroporto Internacional de Confins, em Minas Gerais

Quem é a condenada pelo 8 de Janeiro presa no Brasil após ser deportada pelos EUA
Quem é a condenada pelo 8 de Janeiro presa no Brasil após ser deportada pelos EUA
Reprodução/redes sociais
Apoie Siga-nos no

A mulher presa pela Polícia Federal nesta quinta-feira 5 ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Confins, em Minas Gerais, após ser deportada dos Estados Unidos é Raquel de Souza Lopes, de 54 anos. Natural de Santa Catarina, ela é cozinheira e foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos e meio de prisão por envolvimento nos atos de 8 de Janeiro de 2023.

Raquel estava em prisão domiciliar e era monitorada por tornozeleira eletrônica até romper o equipamento e fugir, em 2024 — primeiro rumo à Argentina, destino de outros golpistas fugitivos.

Com a mobilização das autoridades argentinas para identificar os foragidos, a cozinheira iniciou uma rota clandestina pela América Latina, segundo os registros da PF: entrou no Peru, seguiu para a Colômbia, passou pelo México e, em janeiro passado, cruzou ilegalmente a fronteira com os Estados Unidos pelo Texas.

O périplo chegou ao fim quando Raquel foi presa pelo Polícia de Imigração e Alfândega, o ICE, por entrada irregular. Após ser deportada, foi detida pela PF no aeroporto e encaminhada para o sistema prisional.

A PF prendeu outros quatros homens ao desembarcarem no Brasil. Um deles era procurado por homicídio qualificado, outro por posse ilegal de arma de fogo, o terceiro por homicídio e o quarto por furto.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.

O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.

Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.

Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.

Quero apoiar

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo