Justiça

Dino diz ter sido alvo de ataque e pede ‘educação cívica’ a companhias aéreas

O ministro do STF afirmou, porém, não querer divulgar o nome da funcionária, a empresa ou a data do episódio

Dino diz ter sido alvo de ataque e pede ‘educação cívica’ a companhias aéreas
Dino diz ter sido alvo de ataque e pede ‘educação cívica’ a companhias aéreas
Ministro Flávio Dino, durante sessão plenária do STF. Foto: Gustavo Moreno/STF
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O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino relatou nas redes sociais, nesta segunda-feira 18, ter sido alvo de agressão verbal proferida por uma funcionária de uma companhia aérea. Ele pediu às empresas que promovam campanhas de “educação cívica”, especialmente neste ano eleitoral.

Segundo o ministro, a funcionária, ao olhar o cartão de embarque com o nome de Dino, disse a um agente de polícia judicial ter vontade de “xingar” o ministro. Em seguida, ela teria afirmado que, na verdade, seria melhor “matar do que xingar”.

“Como não a conheço, nem ela me conhece, é claro que tais manifestações derivam de minha atuação no STF”, escreveu Dino. O ministro disse, porém, não querer divulgar o nome da funcionária, a empresa ou a data da ocorrência.

Na sequência, fez um apelo às empresas, em especial às que lidam com o público, para que promovam “campanhas internas de educação cívica, para que todos possam conviver em paz, especialmente nesse ano eleitoral, em que muitos sentimentos se acirram”.

“Cada um tem sua opinião, suas simpatias e o seu voto individual. Mas um cidadão não pode ter receio de sofrer uma agressão de um funcionário de uma empresa, ao consumir um serviço ou produto”, reforçou. “Pode ter sido um ‘caso isolado’. Porém, com o andar do calendário eleitoral, pode não ser. Então é melhor prevenir.”

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