Justiça
Banco Central, BNDES e PF discutem com o STF o combate a crimes financeiros cibernéticos
O grupo de trabalho, porém, não informou os prazos fixados ou as etapas a serem cumpridas
Uma reunião no Supremo Tribunal Federal na tarde desta segunda-feira 23 terminou com o anúncio da criação de um grupo de trabalho para enfrentar crimes financeiros cibernéticos no País. Compõem a iniciativa a Federação Brasileira de Bancos, o Banco Central, o BNDES e a Polícia Federal.
Estiveram no encontro com o presidente do STF, Edson Fachin, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo; e o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
“Montamos um grupo para aprofundar o diagnóstico e propor medidas de combate aos crimes financeiros cibernéticos, que vêm se repetindo e se intensificando”, afirmou Mercadante. O grupo, no entanto, não informou os prazos fixados ou as etapas a serem cumpridas.
Na reunião, os integrantes discutiram o enfrentamento à lavagem de dinheiro e o estrangulamento financeiro de organizações criminosas. Galípolo destacou que o BC finalizará em breve um pacote de medidas regulatórias voltadas à mitigação de riscos e à estabilização do sistema financeiro frente às novas ameaças digitais.
Rodrigues, por sua vez, informou que a PF acompanha os fatos e conduz as devidas investigações. A reunião com Fachin teve como objetivo solicitar o respaldo jurídico do Supremo para uma série de medidas que devem ser tomadas.
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