Esporte
Com nova tecnologia, bola da Copa do Catar precisa ser recarregada na tomada
A Al-Rihla conta com um sensor de alta tecnologia para auxiliar os árbitros
Fotos da bola da Copa do Mundo do Catar sendo recarregada em bases de indução ligadas a tomadas intrigaram torcedores de todo o mundo. Trata-se de uma necessidade da nova tecnologia adotada pela FIFA para o torneio.
A Al-Rihla, modelo fornecido pela Adidas para o Mundial, é a primeira bola a conter um sensor interno que permite o rastreamento em tempo real, ajudando árbitros a determinar com mais precisão impedimentos, laterais e gols.
O dispositivo já foi o responsável por marcações de impedimento semiautomáticos na competição e pela anulação de gols por centímetros, o que seria quase imperceptível para os juízes de campo e de vídeo.
Os dados do chip implantado na bola são enviados simultaneamente para sensores de posicionamento locais, por meio de antenas instaladas ao redor do campo.
A nova tecnologia pode ter se tornado uma pedra na chuteira para o atacante de Portugal Cristiano Ronaldo em sua disputa pela artilharia da Copa.
Na última segunda-feira 28, o dispositivo apontou que a autoria do segundo gol da seleção portuguesa contra o Uruguai não foi de CR7, mas de Bruno Fernandes.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
‘Haters de Neymar’: polarização brasileira respinga na Copa do Catar-2022
Por AFP
Irã pede a expulsão dos Estados Unidos da Copa do Mundo do Catar
Por Marina Verenicz



